McLaren 600LT, o carro que será posse de apenas 4 brasileiros.

São puros 600 cv pelo preço de R$ 2,7 milhões, com produção limitada. A Quatro Rodas foi a primeira a acelerar em o McLaren 600LT o Brasil. O 600LT pode ser considerado uma versão envenenada do conhecido 570S. Ok, são R$ 2,7mi, mas admirar não arranca pedaços não é?

O McLaren 600LT, ainda possui estilosas portas no estilo tesoura (ver galeria abaixo). Nem mesmo sendo da cor cinza (conhecida por destruir os traços visuais dos veículos) foi o suficiente para tirar o glamour do superesportivo.

O motor rosna… Um ronco alto e grave do V8 biturbo de 3,8 litros, cujo bloco remete à família Nissan VRH (usada em corridas). É de arrepiar.

Mesmo permitindo umas saidinhas, o 600LT é projetado de fato para o circuito fechado. Muitas partes de fibra de carbono estão presentes na carroceria, incluindo opcionalmente um pacote preparado pela McLaren Special Operations, divisão de desempenho do fabricante, (ele acrescenta alumínio no teto, arcos da capota e para-choques).

Conhecendo o máquina McLaren 600LT

Todo carro é projetado visando a  redução de peso e o ganho aerodinâmico: os recortes do para-choque frontal, as tomadas de ar laterais, posicionadas em meio às portas para refrigerar os radiadores do motor, o monstruoso difusor traseiro… Outro detalhe que chama atenção, são as duas saídas de escape posicionadas acima do propulsor, liberando gases por cima do aerofólio traseiro para ajudá-lo a firmar o veículo nas retas. A cabine lembra muito a de um carro de corrida, recheada de elementos de fibra de carbono, incluindo painéis, além de revestimentos de Alcantara para guarnições, volante e bancos.

Mencionado os bancos, estes são do tipo concha e vêm emprestados do parente P1, sendo feitos de fibra de carbono (mais e mais). O comprador pode incluir os assentos do McLaren Senna, ainda mais leves.
Outro item opcional e a presença ou não de ar-condicionado, caso a intenção seja aliviar ainda mais o peso. Mas cá para nós, sem ar não dá.

No modo mais leve, o 600LT pesa 1 mil e 247 kg, ou seja, 96 kg a menos do que seu antecessor 570S Coupé. Vale ressaltar que essa nova máquina é 7,4 cm mais comprido, devido ao balanço traseiro estendido. A nomenclatura LT, vem de Longtail (cauda longa, na tradução bruta).

Quer mais estatisticas? EU sei, nós sempre queremos. Ninguém melhor que os números para nos fazer ter ideia da potencia de uma maquina que provavelmente não vamos pilotar.
São 30 cv mais potente do V8 biturbo, alcançando 600 cv de potência a 7.500 rpm e 63,2 mkgf de torque (entre 5.500 e 6.500 rpm).

O sistema de transmissão é parecidíssimo com o de Fórmula 1, com tração traseira e câmbio do tipo SSG (embreagens de discos múltiplos), com sete marchas e cárter seco.

E a central do 600LT?

Atrás do volante encontram-se duas aletas para trocas das marchas, lembrando carros de rali, chaves para ligar faróis e limpadores de para-brisa. Seletores giratórios ajustam os modos de rigidez da suspensão, câmbio e atuação das assistências eletrônicas, controles de tração, estabilidade e largada.
A central multimídia deixa um gostinho de decepção se formos comparar com outros oferecidas hoje em qualquer carro de entrada, mas vale pelo sistema de telemetria, que cronometra tempos e ajusta a força G (força resultante do contorno de uma curva).

E na hora de pilotar?

Segundos os testes da Quadro Rodas. A rapidez de resposta da direção, a rigidez do chassi, a aderência dos pneus semi-slicks, junto com a sensibilidade dos freios carbono-cerâmicos microperfurados… Possuem desempenho implacáveis.

Ainda existe muito a ser descoberto sobre o superesportivo. Mas está confirmado. A máquina, é uma MAQUINA.

Mais algumas fotos do McLaren 600LT

 

Referências: Revista Quadro Rodas

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